Do diagnóstico ao monitoramento, a Silva atende grandes projetos de restauração com inteligência florestal e mudas nativas de qualidade.
Com a decisão de restaurar, a cadeia se desmonta em dezenas de relações e contratos. A Silva existe para descomplicar.
Consultoria, viveiro, insumo, plantio e monitoramento são contratos separados. Quando o plantio falha, ninguém responde pelo todo.
Uma muda nativa leva de 6 a 12 meses para ir a campo. Viveiro sem capital só semeia depois do contrato assinado.
Volume e diversidade obrigam a comprar de muitos viveiros, cada um com preço, padrão e prazo próprios. O risco de coordenar isso é seu.
Órgão ambiental e verificador pedem origem do lote, espécies e sobrevivência medida. Sem padrão único, você fica exposto.
Esses pontos podem frear a restauração em escala. A Silva existe para resolvê-los, seja em uma obrigação legal, seja em um projeto de carbono.
Quatro frentes. A empresa que precisa restaurar escolhe qualquer uma delas, e a Silva apoia no ponto em que o projeto está.
O que a área comporta, quanto restaurar, onde e a que custo.
Modelo ideal de restauração por polígono e a lista de espécies que vai a campo.
Mudas nativas de qualidade e com diversidade, no volume e prazo contratados.
Quando o plantio faz parte do escopo, a Silva atua com implementadores parceiros.
Monitoramento e medição de campo ao longo dos ciclos.
Da avaliação da área ao monitoramento posterior, com a maior base de viveiros de nativas do Brasil.
Seu parceiro técnico, operacional e administrativo-financeiro para produzir com menos risco.
Time multidisciplinar, presente na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.
Empresas e viveiros entram pelo mesmo lugar. Conte o que você precisa e respondemos com um plano técnico, não com uma proposta genérica.